Faz uns 4 anos que eu conheci um cara de um jeito meio doido. A gente pegava o ônibus no mesmo lugar e ele sempre sentava perto de mim e ficava me olhando o caminho todo. Mas eu encontrava com gente estranha no ônibus quase todo dia, então até ai tudo bem.
Uma vez ele entrou no ônibus possivelmente pouco depois de mim, e eu não vi. Eu estava em pé com os meus fones no ouvido e viajando como sempre. Dai ele parou do meu lado e tirou um fone do meu ouvido e perguntou bem perto de mim se a gente poderia conversar. O que eu fiz? Dei um pulo pra trás e soltei um grito. Não tinha entendido o que ele tinha falado e achei que ele fosse me assaltar. Na mesma hora todo mundo olhou pra mim no ônibus e ele começou a rir e perguntou de novo se a gente poderia conversar, e que não era um assalto.
Eu aceitei mesmo ainda tremendo de medo. Ele me fez perguntas sobre a minha vida, que eu não respondi, mas ele ficou lá me contando quem ele era e blablabla. Quando ele voltou a perguntar de mim eu disse que tinha namorado e que ele estava perdendo tempo. E eu tinha mesmo. E enquanto estivesse ele realmente estaria perdendo tempo. Mas ele me deu o msn dele, e como eu tenho mania de não jogar papel no chão eu guardei no bolso.
Um ano depois o meu namoro terminou, e eu tinha uma caixinha que eu guardava telefones e msn's ( devo lembra-los que eu namorava alguém que deixava claro todo dia o quanto ele era bonzinho por ficar com alguém não tão inteligente e nem rico quanto ele. E que ele ficava com gente muito mais bonita se ele quisesse. Eu tinha auto-estima baixa, ok? Eu gostava de olhar pros papeis e achar que alguém no mundo pensava que eu era bonita. ).
Enfim, eu peguei o papel com o msn dele e adicionei. E ele não forçou a barra. Ficou conversando comigo amigavelmente por muito tempo. Perguntava da minha vida, da escola e blablabla. Papinho. Mas eu gostava. Depois ele voltou a pedir pra ficar comigo só que houve a troca sucessiva de namorados. E ele continuava tentando. E ano passado eu resolvi aceitar.
E eu não sei se foi porque ele esperou muito tempo pra isso ou se ele era assim com todas, mas ele era um cavalheiro. Daqueles que abrem a porta do carro quando você acha que isso não existe mais. E que brigou feio comigo porque eu disse que ia pagar meu ingresso no cinema. Que percebeu no primeiro encontro que eu nunca sei o que pedir pra comer e em 5 minutos resolveu o problema. Sábado de noite se a gente não tivesse mais nada pra fazer ele vinha me buscar e a gente ficava no carro conversando. Parados numa rua qualquer. Ficava me dando força quando eu achava que não ia ser contratada e tudo.
Mas bem, eu conheci o M e foi aquele estrago. E mesmo só começando a falar com ele 2 meses depois disso, eu sabia que não podia mais ficar com o cara legal.
Aonde eu quero chegar com isso?
Vamos lá amiguinhos. Esse cara hoje é um engenheiro de uma multinacional foda demais. Uma referência no campo de petróleo. Tem um casarão e um carrão na garagem. E eu não tinha reparado quando conheci ele porque eu namorava, né? Mas o cara é bonito. Bonito de verdade, desses de capa de revista. O que qualquer uma pediu a Deus, né?
Ai eu te conto que esse cara me ligou ontem. E ficou conversando comigo um tempão, contando tudo que aconteceu nesse um ano. E disse que queria me ver de novo. Que tentava ver sentido em terminar uma coisa que dava tão certo e não conseguia. O que eu fiz? Eu disse que não podia ficar com ele. E é claro ele me perguntou o porquê.
E eu tô aqui até agora tentando achar o porquê de não poder ficar com ele.
sou uma pessoa sozinha achando que ao escrever em algum blog, alguem vai começar a me ouvir. beijoos e não me liga.
6 de março de 2011
25 de fevereiro de 2011
Eu fiquei conversando com uma senhora lá da igreja que eu encontrei na fisioterapia e ela disse que eu era muito simpática. Perguntou se eu tinha namorado e quando eu disse que não ela disse " o que esses homens tão fazendo? Bonita e simpática desse jeito, tinha que estar noiva já Eles estão perdendo tempo!."
Eu entrei pra fazer a fisioterapia e fiquei esperando a minha fisioterapeuta doida, quando ela veio andando com outro fisioterapeuta e ele ficou brincando com ela, dizendo que ela era frouxa e eu ri. Dai esse cara disse que eu tinha um sorriso bonito.
Quando ela entrou na sala, ela disse que meu cabelo estava lindo e ficou me fazendo perguntas sobre o que eu fazia pra ele ser assim.
Eu sai de lá e fui na faetec e consegui pegar os meus documentos. TODOS. um cara que tava lá até disse " Quando sair daqui, vai na lotérica e joga na megasena. Hoje é seu dia de sorte."
Fui pro MP e levei os meus documentos e pedi pra entregar minha carteira de trabalho só na próxima semana, já que a kroll ainda tem que dar baixa, né.
E eu voltei pra casa feliz. Feliz de verdade porque a mágoa que eu disse no ultimo post tinha passado no dia seguinte. Talvez volte, eu sei, mas por enquanto ela não tá aqui e eu acho que vai demorar a voltar. Feliz porque a minha vida tá tomando um rumo totalmente diferente do que eu imaginei e sonhei que tomaria ( é, eu sou capricorniana. Eu imaginei minha vida pós escola desde o 8 anos. É verdade. ). E eu tô gostando disso. Eu imaginava que ia ser tudo fácil e mecânico como é pra maioria, mas pra mim não é e nem vai ser. Eu voltei pra casa feliz porque eu tô gordinha, mas a minha blusa de hoje valorizou muito o meu corpo e me fez sentir bem sempre que olhava o meu reflexo nos carros pela rua. Feliz porque não peguei o trânsito de sexta feira. Feliz porque as pessoas do MP já me perguntam quando é que eu vou começar, e os porteiros já dizem " ela não é mais menina da Kroll, é do MP". Feliz porque cheguei em casa e minhas catequisandos estavam fazendo o trabalho que eu passei no domingo e tinham gostado. Feliz por ter conseguido um emprego melhor. Feliz por estar TÃO perto da minha faculdade/sonho. Feliz por ser eu.
E eu sei que passei uns tempos meio pra baixo, por essa tristeza que eu compartilhei e por algum motivo sem noção eu achava que fazia sentido, mas hoje eu vejo que não faz. E enfim, de novo eu posso dizer como no final de Divã, que se eu tiver problemas um dia, nã há de ser por falta de felicidade. Não mesmo"
beijos e bom fds pra vocês.
Eu entrei pra fazer a fisioterapia e fiquei esperando a minha fisioterapeuta doida, quando ela veio andando com outro fisioterapeuta e ele ficou brincando com ela, dizendo que ela era frouxa e eu ri. Dai esse cara disse que eu tinha um sorriso bonito.
Quando ela entrou na sala, ela disse que meu cabelo estava lindo e ficou me fazendo perguntas sobre o que eu fazia pra ele ser assim.
Eu sai de lá e fui na faetec e consegui pegar os meus documentos. TODOS. um cara que tava lá até disse " Quando sair daqui, vai na lotérica e joga na megasena. Hoje é seu dia de sorte."
Fui pro MP e levei os meus documentos e pedi pra entregar minha carteira de trabalho só na próxima semana, já que a kroll ainda tem que dar baixa, né.
E eu voltei pra casa feliz. Feliz de verdade porque a mágoa que eu disse no ultimo post tinha passado no dia seguinte. Talvez volte, eu sei, mas por enquanto ela não tá aqui e eu acho que vai demorar a voltar. Feliz porque a minha vida tá tomando um rumo totalmente diferente do que eu imaginei e sonhei que tomaria ( é, eu sou capricorniana. Eu imaginei minha vida pós escola desde o 8 anos. É verdade. ). E eu tô gostando disso. Eu imaginava que ia ser tudo fácil e mecânico como é pra maioria, mas pra mim não é e nem vai ser. Eu voltei pra casa feliz porque eu tô gordinha, mas a minha blusa de hoje valorizou muito o meu corpo e me fez sentir bem sempre que olhava o meu reflexo nos carros pela rua. Feliz porque não peguei o trânsito de sexta feira. Feliz porque as pessoas do MP já me perguntam quando é que eu vou começar, e os porteiros já dizem " ela não é mais menina da Kroll, é do MP". Feliz porque cheguei em casa e minhas catequisandos estavam fazendo o trabalho que eu passei no domingo e tinham gostado. Feliz por ter conseguido um emprego melhor. Feliz por estar TÃO perto da minha faculdade/sonho. Feliz por ser eu.
E eu sei que passei uns tempos meio pra baixo, por essa tristeza que eu compartilhei e por algum motivo sem noção eu achava que fazia sentido, mas hoje eu vejo que não faz. E enfim, de novo eu posso dizer como no final de Divã, que se eu tiver problemas um dia, nã há de ser por falta de felicidade. Não mesmo"
beijos e bom fds pra vocês.
17 de fevereiro de 2011
Eu sou uma pessoa transparente. Eu sou muito mais simples do que um monte de gente pensa, mas ninguém vê isso.
Dai que minha chefe entrou nessa vibe agora de que eu quero foder com a empresa dela. porque os espíritos falam isso pra ela.
E eu lembrei de uma briga que eu tive com um ex namorado uma vez. Que eu podia jurar que era a pessoa que mais me conhecia no mundo. Quando ele começou a discutir que eu só tinha viajado naquele carnaval porque eu tinha planos de trair ele com vai saber Deus quem, porque ele tinha me traido e eu não tinha perdoado nada. E a história da traição já tinha acontecido há um ano e eu nem tocava no assunto.
E ai que na hora tava tocando uma música do Maroon 5, e que dizia " Cause I don't believe in you. anymore. anymore." e ele repetiu e disse que o Maroon five tava falando por ele na música.
E eu respondi que eu não minto e que eu não sou assim.
Que foi a mesma coisa que eu fiz hoje. E se passaram 3 anos. E eu recebi o mesmo olhar de volta.
E vai ver é isso, né. Eu sou mesmo essa pessoa cheia de magoa guardada que ninguém nunca vai acreditar.
15 de fevereiro de 2011
Tem uma música do Jay que diz " Você me jura que não vai prometer? Promete que não vai jurar?" que na primeira vez que eu ouvi eu ri e disse que o Jay era louco, mas não é não. Ele é bem esperto e eu vou dizer porquê.
Eu não sei se foi me acostumar a ter namorados, mas eu fiquei essa pessoa velha, né. No ultimo ano eu conto em uma mão quantas pessoas eu fiquei e se vc disser isso pra alguém que eu conheci há uns tempos atrás elas vão rir.
Mas então eu fiquei assim. E eu fiquei mais fechada, mais debochada e intolerante a qualquer presença de romance na minha vida. Só que isso é só fachada, né.
Mas não é esse o problema, o problema é que as pessoas não percebem isso. Não percebem ou não querem perceber, eu não sei. E elas param na minha vida. Param e não dizem o que estão fazendo ali. Param e não dizem pra que vieram. Param e não dizem quando vão embora. Param e me dão atenção e me fazem criar minúsculas esperanças. Param tempo o suficiente pra me fazer sentir falta quando elas tão longe. Param e não param só de vez em quando, param sempre. E eu fico tentando decifrar o que as coisas querem dizer. Eu realmente perco o meu tempo analisando atitudes e gestos, como se eu já não tivesse passado muito tempo da minha vida fazendo isso.
Eu não estou dizendo que as pessoas não precisam de tempo pra se conhecer nem nada do tipo. Porque eu acho isso legal. Acho isso legal de verdade. Aquela coisa de ir se conhecendo e tals, mas tem uma hora em que a coisa deveria andar e não anda e isso me irrita. Eu fico com uma puta vontade de falar " benzinho, se você tiver que ir daqui há algum tempo é melhor que você vá logo. Eu não tô aqui pra ser sua diversão pra sempre."
Então é assim. Se você quer ficar comigo e eu quiser ficar com você ( porque se você quiser ficar comigo e eu falei que não é não de verdade. não é um talvez. é não mesmo. e eu nunca mudei de idéia em todos esses anos. se eu disse não é não. não me canse, não crie esperanças e não se iluda achando que eu vou acordar e vou pensar "Aah, o fulano é uma pessoa tão legal, né? Vou ficar com ele! " NOT. Não vai acontecer.), diz qual é o seu propósito. Pode dar sinais que eu interpreto. Eu sou boa nisso. Como eu disse, já perdi bastante tempo na minha vida interpretando sinal.
Se você quer vir pra ficar, o que eu não aconselho agora, vai dando dica tb que eu entendo.
AGORA NÃO PÁRA NA MINHA VIDA E FICA LÁ EMPATANDO ELA!
Grata.
Grata.
13 de fevereiro de 2011
Conversa no msn:
" O problema é que as pessoas se apaixonam por você, Vânia. Só que você tem esse costume de sair dando pé na bunda das pessoas. Eu já perdi a conta de quantas vezes isso já aconteceu. Ai os homens agora estão com medo de que vc dê um pé na bunda deles também a qualquer momento. "
Agora eu descobri tudo, né. É tudo medo de levar um pé na bunda porque eu tenho esse costume.
O que seria de mim se eu não tivesse amigos pra me falar essas coisas, né?
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais. A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.
Há uns tempos atrás, a Paola ( é, a Paola. ex do meu ex que eu queria matar quando ele era atual ), disse que eu não deveria deixar que a minha felicidade dependesse de outras pessoas.
Eu não entendi. Nem respondi. Mas isso ficou na minha cabeça. E Angra fez milagres comigo de verdade. Eu pensei mil vezes que viajar sozinha era muito forever alone e que eu só ia voltar de lá me sentindo pior ainda. Mas enquanto eu estava no barco, com o meu chapéu pedindo pra pessoas desconhecidas que não falavam a minha língua pra tirar fotos minhas, eu entendi. E apesar de tudo, minha vida tem sido bem leve desde que eu descobri isso.
Então eu vou agradecer a Paola por esse conselho bom e pedir desculpa pela milésima vez as ameaças que eu fazia pra ela.
E dizer pra todo mundo, que é pra não deixar mesmo a sua felicidade depender dos outros.
Beijos e boa semana ;*
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais. A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.
Há uns tempos atrás, a Paola ( é, a Paola. ex do meu ex que eu queria matar quando ele era atual ), disse que eu não deveria deixar que a minha felicidade dependesse de outras pessoas.
Eu não entendi. Nem respondi. Mas isso ficou na minha cabeça. E Angra fez milagres comigo de verdade. Eu pensei mil vezes que viajar sozinha era muito forever alone e que eu só ia voltar de lá me sentindo pior ainda. Mas enquanto eu estava no barco, com o meu chapéu pedindo pra pessoas desconhecidas que não falavam a minha língua pra tirar fotos minhas, eu entendi. E apesar de tudo, minha vida tem sido bem leve desde que eu descobri isso.
Então eu vou agradecer a Paola por esse conselho bom e pedir desculpa pela milésima vez as ameaças que eu fazia pra ela.
E dizer pra todo mundo, que é pra não deixar mesmo a sua felicidade depender dos outros.
Beijos e boa semana ;*
7 de fevereiro de 2011
eu sei que ninguém quer saber disso. mas eu tive um final de semana perfeito.
eu fui pra casa da minha avó e não voltei de lá com o cabelo fedendo a maconha, nem de ressaca por ter bebidos horrores e feito coisas que não deveria de jeito nenhum ter feito. Não teve tiro e nem porradaria. Nem um monte de gente pulando pelado no mar altas horas da noite.
Eu eu percebi que superei de verdade e que aquilo lá pode ser lindo. E que eu posso sentar na areia e olhar as estrelas e me lembrar que eu já fiz isso com alguém e aceitar estar sozinha, porque é melhor assim.
E foi um final de semana MARAVILHOSO e que vão ter muitos ainda. E por mais que ninguém queira saber, foi um final de semana de superação e eu tô feliz por isso.
eu fui pra casa da minha avó e não voltei de lá com o cabelo fedendo a maconha, nem de ressaca por ter bebidos horrores e feito coisas que não deveria de jeito nenhum ter feito. Não teve tiro e nem porradaria. Nem um monte de gente pulando pelado no mar altas horas da noite.
Eu eu percebi que superei de verdade e que aquilo lá pode ser lindo. E que eu posso sentar na areia e olhar as estrelas e me lembrar que eu já fiz isso com alguém e aceitar estar sozinha, porque é melhor assim.
E foi um final de semana MARAVILHOSO e que vão ter muitos ainda. E por mais que ninguém queira saber, foi um final de semana de superação e eu tô feliz por isso.
oi.eu sou turista.
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