O meu irmão me irrita muito. Eu tenho vontade de matar ele as vezes, mas ele é único.
Tipo quando ele chegou hoje.
- Aonde vc tava? - a minha mãe pergunta.
- Tava lá em... lá na... Aaah mãe, fui visitar umas primas.
- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA - eu começo a rir da cara de pau dele.
- Que primas, meu filho?
- Umas primas ai.
- E agora você vai aonde?
- Vou visitar umas tias. :)
- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Em uma casa onde das 4 pessoas que vivem, 3 são pervertidas, não dá pra viver em paz. NÃO DÁ!
sou uma pessoa sozinha achando que ao escrever em algum blog, alguem vai começar a me ouvir. beijoos e não me liga.
29 de abril de 2010
28 de abril de 2010
Quando eu passei da Jardim II pra 1ª série ( sim, eu pulei o C.A ), eu via as criancinhas sem ter que fazer dever e pintando, brincando e ganhando toda atenção da tia. E eu queria estar lá com eles. Mas a minha mãe vinha dizendo que eu já era uma mocinha e que tinha que fazer tudo aquilo de 1ª série.
Quando sai da 5ª e fui pra 6ª, os meninos não me chamavam mais pra brincar de pique-bandeirinha, pique pega e nem adoleta. Eles pediam pra ficar comigo, e eu tinha que entender que estava entrando na adolescência e que isso era comum.
Quando Passei pro ensino médio então, é que era uma loucura só. Estudar em um lugar completamente distante de casa, com pessoas muito diferentes, e eu tinha que me adaptar a elas. Veio toda aquela outra realidade de conhecer lugares que eu nem imaginava que ia um dia, fazer coisas que eu nem imaginava que eu conseguia, conviver com as pessoas mais diferentes, crescer com elas. Matar aula, aprender a beber cerveja importada. Aprender a não beber, depois disso. rs . Começar um relacionamento sério ( o que pra qualquer um que me conhecia na época era motivo de riso), terminar o relacionamento depois de muitos meses e entrar em depressão ( de verdade ) . Aprender que o mundo não pára na hora em que eu quero que ele pare. Ter todo o apoio dos amigos quando eu virei uma múmia e tudo mais.
Dai mais essa fase passou. E agora eu trabalho. E percebo que não me vejo mais nos livros e algumas músicas que eu ouvia. Que não é comigo MESMO, sair e ficar com desconhecidos. Que não ligo mais pras roupas ou papos de antes. Que prefiro mil vezes conversar com gente mais velha do que com algumas pessoas que eu convivia ( rlx BDNF ).
E como lá na 1ª série eu queria voltar pros jardins ( que eu tb não fiz todos ), agora eu queria ir de novo.
Eu era tão feliz, e não sabia.♫♪
Quando sai da 5ª e fui pra 6ª, os meninos não me chamavam mais pra brincar de pique-bandeirinha, pique pega e nem adoleta. Eles pediam pra ficar comigo, e eu tinha que entender que estava entrando na adolescência e que isso era comum.
Quando Passei pro ensino médio então, é que era uma loucura só. Estudar em um lugar completamente distante de casa, com pessoas muito diferentes, e eu tinha que me adaptar a elas. Veio toda aquela outra realidade de conhecer lugares que eu nem imaginava que ia um dia, fazer coisas que eu nem imaginava que eu conseguia, conviver com as pessoas mais diferentes, crescer com elas. Matar aula, aprender a beber cerveja importada. Aprender a não beber, depois disso. rs . Começar um relacionamento sério ( o que pra qualquer um que me conhecia na época era motivo de riso), terminar o relacionamento depois de muitos meses e entrar em depressão ( de verdade ) . Aprender que o mundo não pára na hora em que eu quero que ele pare. Ter todo o apoio dos amigos quando eu virei uma múmia e tudo mais.
Dai mais essa fase passou. E agora eu trabalho. E percebo que não me vejo mais nos livros e algumas músicas que eu ouvia. Que não é comigo MESMO, sair e ficar com desconhecidos. Que não ligo mais pras roupas ou papos de antes. Que prefiro mil vezes conversar com gente mais velha do que com algumas pessoas que eu convivia ( rlx BDNF ).
E como lá na 1ª série eu queria voltar pros jardins ( que eu tb não fiz todos ), agora eu queria ir de novo.
Eu era tão feliz, e não sabia.♫♪
23 de abril de 2010
As pessoas da minha familia nunca apoiaram a minha decisão de ser nutricionista. Todo mundo sempre achou estranho. Todo mundo sempre quis que eu fizesse outra coisa. Mas eu não consigo imaginar se por mais de 15 dias eu já quis fazer outra coisa.
Sim, eu sou técnica em eletrônica, mas só escolhi isso pra que no caso de fazer nutrição e não gostar, ter um outro caminho pra seguir. Mas nada, nada tirou a nutrição 100% da minha cabeça, desde criancinha. Não sei ao certo qual foi a influência, mas sempre quis ser nutricionista.
E sabe o que me irrita? Ver um monte de gente nessas Estácios e outras faculdades de merda da vida, fazendo nutrição porque quer fazer algo relativo com medicina mas não sabe o que. Isso desvaloriza a profissão e torna alguns profissionais tão ruins, mas tão ruins que só acabam com a imagem que eu tinha de nutricionistas quando era criança.
Por isso que eu digo que quando for nutricionista, não vou ser uma ralézinha dessas que fica numa clinica de estética da vida. Quero ser referência quando forem falar de nutrição, daquelas que são chamadas no exterior pra fazer pesquisas e aparecer no globo reporter da sexta feira de noite.
Pra que vir ao mundo se não quer fazer a diferença?
Sim, eu sou técnica em eletrônica, mas só escolhi isso pra que no caso de fazer nutrição e não gostar, ter um outro caminho pra seguir. Mas nada, nada tirou a nutrição 100% da minha cabeça, desde criancinha. Não sei ao certo qual foi a influência, mas sempre quis ser nutricionista.
E sabe o que me irrita? Ver um monte de gente nessas Estácios e outras faculdades de merda da vida, fazendo nutrição porque quer fazer algo relativo com medicina mas não sabe o que. Isso desvaloriza a profissão e torna alguns profissionais tão ruins, mas tão ruins que só acabam com a imagem que eu tinha de nutricionistas quando era criança.
Por isso que eu digo que quando for nutricionista, não vou ser uma ralézinha dessas que fica numa clinica de estética da vida. Quero ser referência quando forem falar de nutrição, daquelas que são chamadas no exterior pra fazer pesquisas e aparecer no globo reporter da sexta feira de noite.
Pra que vir ao mundo se não quer fazer a diferença?
Eu estava arrumando o armário da cozinha quando acho um potinho preto com tampa amarela e fui abrir pra ver o que era. Primeiro eu cheirei pra tentar adivinhar o que era, já que o potinho era preto e não permitia que eu visse o que tinha dentro. " Não tem cheiro de nada", eu pensei. E agora vem o desespero. Era um gelzinho. Que melecou o meu dedo.
- Mãe o que é isso e o que isso tá fazendo no armário da cozinha? - E faço aquela cara de medo suprema. A maior de todas.
- Ai meu Deus, Vânia. Isso não é da sua conta! - E toma o potinho com o gelzinho do demônio de mim.
Tem como uma pessoa viver com isso? Tem?
- Mãe o que é isso e o que isso tá fazendo no armário da cozinha? - E faço aquela cara de medo suprema. A maior de todas.
- Ai meu Deus, Vânia. Isso não é da sua conta! - E toma o potinho com o gelzinho do demônio de mim.
Tem como uma pessoa viver com isso? Tem?
22 de abril de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)
